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Publicado em 29/01/2018

Caos, prejuízos, demissões e implantação do cargo amplo são o legado da Administração do PSD nos Correios




Desde que assumiu a presidência dos Correios e do Ministério
da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações- MCTIC, o Partido Social Democrático
– PSD, tem mostrado que embora seja um partido novo, fundado em 2011, suas
diretrizes foram esquecidas na busca pelo poder.



O atual presidente dos Correios, Guilherme Campos Júnior,
já presidiu o partido em 2015. O PSD tem empurrado a ECT gradualmente para a
privatização, sob a justificativa de prejuízos. No entanto, o volume de
encomenda não para de
aumentar, mas os trabalhadores não se beneficiam com  os
lucros dos bons negócios, ao contrário, o tempo todo estão com os direitos
ameaçados.



A mira da direção da empresa está voltada para os
operadores de triagem de cargas e encomendas e atendentes comerciais. Ou seja,
a ameaça feita pela empresa de extinguir os cargos tomou conta das redes
sociais e virou um frenesi entre os trabalhadores. Mais uma vez o trabalhador
pagará o pato.  Afinal sem consultar a
FENTECT ou os sindicatos, a empresa fez alterações no Plano de Cargos,
Carreiras e Salários – PCCS 2008, em maio de 2017. O trabalhador que se recusar
a mudar de cargo, segundo o PCSS 2008, será transferido para a
unidade/localidade onde houver vaga. Na prática a empresa cria o cargo
amplo.  



O Sincotelba foi o primeiro a denunciar em 2016 que a
empresa extinguiria os cargos de OTTs e atendentes, e em abril de 2016 convocou
uma reunião na qual os trabalhadores receberam orientação dos advogados para
alertar a todos dos perigos da intenção da empresa. Vamos aguardar as novidades
para saber qual o direcionamento tomaremos.