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Publicado em 11/02/2020

Criptococose coloca em risco os trabalhadores do CDD Lauro de Freitas


A mídia mundial tem noticiado sobre milhares e milhares de casos por contaminação pelo Novo Coronavírus. Enquanto os olhos do mundo estão voltados para o crescimento dessa doença respiratória, quase ninguém nota a quantidade de pombos que infesta as cidades. Por ter aparência dócil e uma beleza simples, os pombos encontram facilidade em se abrigarem em forros, caixas de ar condicionado e marquises, com isso estragam as estruturas dos prédios. Além disso nenhum predador os persegue e ainda são alimentados pelo ser humano, ou seja, eles têm as condições ideais para se desenvolverem livremente.

Não é novidade que as condições do meio ambiente de trabalho das unidades de Correios estão péssimas, no CDD Lauro de Freitas além de deploráveis, as fezes dos pombos colocam os trabalhadores em risco de contraírem diversas doenças tanto por contato direto com os animais quanto pela inalação dos esporos espalhados no ar pelas fezes secas, entre elas: salmonelose, criptococose, histoplasmose, ornitose e meningite.

A ECT prometeu há anos atrás transferir os trabalhadores para outro imóvel, mas ela fez o contrário, trouxe para o CDD, parte dos trabalhadores e carga de trabalho do CEE AEROPORTO, sem qualquer melhoria. A superlotação na unidade gera sérios transtornos como, falta de espaço, problemas estruturais e climatização inadequada. Os trabalhadores são obrigados a trabalharem respirando ar contaminado com as fezes dos pombos, pois o teto da unidade tem servido de casa para centenas de pombos transmissores de doenças.

O perigo é iminente, pois pode levar à morte.

E aí SE/BA, vai deixar o trabalhador adoecer ou agirá para resolver os problemas?