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Publicado em 30/01/2015

DR-Ba, local onde os culpados são sempre os trabalhadores e os clientes!

Não é de agora que a atual direção dos Correios vem fazendo uma gestão medíocre, descomprometida e irresponsável na DR/Ba. O auge de toda essa incompetência se deu em junho deste ano, com o maior prejuízo financeiro da história da estatal no estado, quando um apagão elétrico no prédio central da empresa na Pituba, em Salvador, parou por dois meses quase toda a entrega de Sedex, Encomendas Normais e internacionais e Malotes, culminando em uma intervenção de Brasília.
Mas não para por aí! Voltando um pouco na história, vamos nos deparar com outro descaso que já virou símbolo da má gestão dos Correios numa das regiões mais lindas de Salvador: uma reforma no antigo prédio central no comércio que já dura, no mínimo, 15 anos!
Como eles esquecem das suas obrigações e transferem para os trabalhadores e clientes a culpa, é de fundamental importância frisar que o Código de ética dos Correios é direto e objetivo, conforme se segue: Capítulo III - Dos Princípios Fundamentais: Art. 3º. Dentro de sua planificação estratégica, os Correios valorizam:

  1. A satisfação dos cliente;
  2. O repeito aos seus empregados;
  3. A ética nos relacionamentos [...];
  4. A excelência empresarial.
Será!? Parece brincadeira, mas não é, trabalhadores!! Então, só nos resta elaborar algumas perguntas à DR-Ba até a vocês mesmos, enquanto trabalhadores ou usuários, para que juntos consigamos fazer uma sucinta reflexão: Será que os clientes estão satisfeitos? Será que os empregados lotados em verdadeiros “cortiços” ou “senzalas”, sem condição de trabalho, sem água para beber, sem segurança, sem condições mínimas de higiene, sem “gestores” qualificados para labutar com gente, se sentem representados e respeitados por essa empresa? Será que é esse o modelo de gestão que a ECT chama de excelência empresarial? Como diz o bom e velho ditado, “o melhor ensinamento que existe é o exemplo”! Mas afinal, esse é o exemplo que os trabalhadores da Bahia tem a seguir, senhor diretor?