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Publicado em 02/01/2019

ECT não investe nos funcionários e anuncia terceirização


Mesmo com resultados positivos em 2018, a ECT planeja intensificar os ataques para reduzir o quadro de concursados em 2019. Uma série de medidas de reestruturação dos Correios estão em curso para cortar gastos atacando direitos dos trabalhadores. Para 2019, a empresa promete aumentar a produtividade com excelência operacional, mas para isso o trabalhador será sacrificado. Ao invés de valorizar os serviços de seus funcionários e contratar os aprovados no último concurso, a empresa cria duas classes de trabalhadores: concursados X terceirizados e implanta a nova lei trabalhista na empresa. A ECT quer a qualquer custo dividir os trabalhadores, seguindo a sua meta de enfraquecer a categoria para não lutar contra a retirada de direito.

Para piorar ainda mais a vida dos ecetistas a estatal decidiu mudar as regras do plano de saúde e passou a cobrar mensalidades abusivas aos funcionários para tentar provocar a extinção do plano. Ainda os Correios anunciou a saída do banco Postal de mais de 3000 agências, além de desvincular o serviço de distribuição dessas unidades, centralizará carteiros em um único CDD por região. Para completar, em junho, a empresa manifestou a intenção de fechar 513 agências, com a demissão de até 5.300 funcionários. O objetivo é sucatear para justificar o fechamento de agências dando sequência ao seu projeto de reestruturação que prever a criação de mais agências franqueadas e móveis no lugar de agências próprias. Além de firmar parcerias com mercados, lojas, empresa de transportes, cooperativas entre outras.

O trabalhador não pode de jeito nenhum baixar a cabeça e aceitar tudo o que a empesa oferece. É importante todos unirem forças para barrar esses ataques.