Em dezembro de 2019, em visita a região da chapada-norte, os diretores do Sincotelba constataram um grave problema na AC Miguel Calmon: falta de efetivo. As ferramentas da ECT indicam três carteiros, mas apenas um trabalhador assume toda a distribuição na cidade. Logo, as consequências são inevitáveis: acúmulo de correspondências e encomendas, sobrecarga de trabalho com a alta demanda, não realização de triagem e a população extremamente insatisfeita, pois não recebe um serviço de qualidade.
Através de ofício, o Sincotelba cobrou soluções, uma das quais veio apenas como paliativo no mês de dezembro, a chegada de um suporte. No entanto, em janeiro a situação voltou como antes, prejudicando a população local e a imagem da empresa.
Assim, nota-se que os índices operacionais existem apenas para serem cobrados aos trabalhadores, enquanto a ECT esquecesse ela mesma de suprir as condições mínimas do ambiente de trabalho.
Atenção SE/BA, não deixe o trabalhador adoecer, está na hora de acordar e colocar o efetivo da unidade.